terça-feira, 15 de setembro de 2009
Olá pessoal tudo bem?

Não sei se vocês estão percebendo, mas a idéia do bem e mal sempre está caindo na parte religiosa.
O que vocês acham de analisarmos mais a fundo esta parte?
Eu tenho uma história aqui comigo que a Gabi me mandou que eu achei muito boa!
Peçam para ela postar e deem uma analisada eu achei muito boa!


Bondade X Maldade

Qual é então o problema? O de um universo que contém muitas coisas evidentemente más e aparentemente desprovidas de sentido, mas que contém igualmente criaturas como nós, que sabem que existem coisas más e absurdas. Ora, há apenas dois pontos de vista que levam em consideração todos os dados desse problema. Um deles é o cristão, segundo o qual este mundo é um mundo bom que se corrompeu em boa parte, mas que continua a manter viva a memória do que deveria ter sido. O outro é o do chamado dualismo, segundo o qual há dois poderes iguais e independentes por trás de todas as coisas, um bom e outro mau, e este universo é o campo de batalha em que travam um contra o outro uma guerra sem fim. Pessoalmente, penso que, depois do cristianismo, o dualismo é a ideologia mais nobre e sensata que se encontra à disposição no mercado. Mas padece de um defeito de fabricação.
Os dois poderes, ou espíritos, ou deuses – o bom e o mau -, são vistos como completamente independentes. Ambos existem desde toda a eternidade. Nenhum deles fez o outro, nenhum deles tem mais direito que o outro de chamar-se Deus. Cada um, presumivelmente, pensa que ele é que é bom e outro é mau. Um deles aprecia o ódio e a crueldade, o outro prefere o amor e a misericórdia, e cada um está disposto a defender o seu ponto de vista. Ora bem, que queremos nós dizer quando chamamos a um deles o Poder Bom e ao outro o Poder Mau? Há apenas duas opções: ou estamos dizendo simplesmente que preferimos um ao outro – como quem prefere cerveja a vinho -, ou estamos dizendo que um deles realmente está errado ao considerar-se bom, pouco importando o que eles próprios pensem a respeito um do outro e qual deles nós, os homens, prefiramos no momento.
Ora, se o que queremos dizer é apenas que, pessoalmente, preferimos o Poder Bom, então temos que deixar de lado de uma vez por todas as expressões “bem” e “mal”. Porque a palavra Bem significa justamente aquilo que se deve preferir sempre, sejam quais forem os nossos gostos ou disposições num determinado momento. Se “ser bom” não significasse mais do que alistar-se na facção que nos “caiu bem” sem termos qualquer motivo real para fazê-lo, então o Bem não mereceria ser chamado Bem. Portanto, afirmar que há um “Poder Bom” e outro “Mau” só faz sentido se pretendemos significar que um deles está objetivamente errado e o outro objetivamente certo.
No momento em que reconhecemos esta verdade, porém, estamos aceitando implicitamente que existe no universo uma terceira coisa além desses dois poderes: algum tipo de lei, de padrão ou regra do bem, com o qual um desses poderes – o bom – está de acordo, e o outro não. Mas, se ambos devem ser julgados por esse padrão, então esse mesmo padrão – ou o Ser que o fez – é anterior e superior aos dois: ele é que é o verdadeiro Deus. Na verdade, o que queríamos dizer ao falar num Poder Bom e num Poder Mau era apenas que um deles está na relação correta com o verdadeiro e definitivo Deus, e o outro numa relação errada.
Podemos chegar à mesma conclusão por outro caminho. Se o dualismo fosse verdadeiro, o Poder Mau teria que consistir num ser que amasse a maldade pela maldade. Ora, não conhecemos absolutamente ninguém que ame a maldade simplesmente por ser má. O que mais se aproxima disso é a crueldade. Mas, na vida real, uma pessoa só é cruel por uma de duas razões: ou porque é sádica, isto é, sofre de uma perversão sexual que a faz encontrar prazer na prática da crueldade; ou porque é capaz de tirar da crueldade algum benefício, como dinheiro, poder ou segurança. Mas o prazer, o dinheiro, o poder e a segurança são coisas boas em si mesmas, embora apenas de maneira limitada. O mal consiste em procurar obtê-las por métodos errados, ou por meios ilícitos, ou ainda em medida excessiva.
Não quero dizer com isto que uma pessoa que pratique a crueldade não possa ser terrivelmente perversa. Quero dizer que a maldade, se nos detivermos a examiná-la, se revela apenas como procura de algum bem de uma maneira errada. Ou seja, podemos ser bons por simples amor à bondade, mas não podemos ser maus por simples amor à maldade. Podemos realizar uma ação boa quando não nos sentimos bons nem nos dá prazer nenhum realizá-la, unicamente porque a bondade é correta; mas nunca ninguém cometeu uma ação cruel unicamente porque a crueldade é errada – mas apenas porque a crueldade lhe era aprazível ou útil. Noutras palavras, a maldade não consegue sequer ser má da mesma forma que a bondade é boa. A bondade é, por assim dizer, ela mesma; a maldade não passa de bondade corrompida.
(C. S. Lewis, “Mero Cristianismo”,

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Eu gostei muito da sugestão de mudança de visual do nosso blog... As dua imagens sugeridas pelo Varlei são positivas e tem a vê com o grupo...Gostei das 2 sugestoes mas se é pra escolher fico a segunda... Abraços a todos e saudades! Sérgio

Opções de novos templates

sábado, 12 de setembro de 2009
Queridos,

Neste site, há vários modelos. Vocês podem olhar e sugerir.

http://btemplates.com


Abraços!



Vamoss mudar o visuu do blogggggg?

vamos!vamos!(?)
Eu acho q ficaria lgal ele branco de bolinhas coloridas....uma coisa bem alegree..e vcs,o que achamm?

Sugestões de logo



Criançada,

depois da maravilhoso ensaio de hoje, cheguei em casa inspirado e fiz um logo. Coloco duas opções. É apenas uma sugestão. Comentem dizendo o que acharam. Tentei usar as idéias de todos.



Era uma vez anos 80. Continuação

sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Luzes vão se apagando Estela vai ficando de cabeça baixa e se senta

Apenas o som do violão entra o narrador.
cantando.

Narrador: (misterioso) cantando

Apenas uma vez
Pode acontecer duas ou trez
Estela sempre Estela
Nunca será mais ela

Em um passe de mágica ela desabou
sonhando em retornar
mas nunca voltou
Se delisilude com a vida
que história mal resolvida



Narrador sai entra Rosangela manca
Ela está em sua sala de estar segurando um quadro que na foto está abraçada com seu atual marido Roger.
Começa a intervenção
Apenas o foco de luz no rosto das duas e o toque violão começa a ficar vibrante.

Rosangela: O mundo é dos mais espertos, quem pode, pode, quem não pode vira Estela.
Estela: Estela foi o que foi não volta mais, foi eterno enquanto durou.

Elas se olham e começam a se movimentar na batida tensa do violão criando uma coreográfia.
O violão para EStela sai de cena, as luzes se acendem só fica Rosangela.